Ainda incipiente, energia eólica avança a passos largos no Brasil
Nos últimos dois anos, a produção de energia eólica triplicou no Brasil, e especialistas dizem que o país – e principalmente o Nordeste – reúne condições excepcionais para crescer ainda mais.
Com uma extensão de 8 mil quilômetros e ventos constantes, o litoral brasileiro desperta cada vez mais a atenção de empresas de energia, dispostas a suprir as crescentes necessidades energéticas de um dos principais países emergentes do mundo. O potencial é enorme e atrai a atenção de investidores internacionais e locais.
Vitória com a H&M em Bangladesh! 24 horas para pressionar a GAP!
Grande vitória! H&M assinou o Acordo pela Segurança de Prédios e Combate a Incêndios de Bangladesh e nossa campanha está em toda mídia, mas a GAP está se recusando a assinar.
Em 24 horas, a GAP conduzirá o seu encontro anual de acionistas -- vamos nos certificar de que eles saibam que os consumidores, em todo o mundo, estão exigindo roupas feitas em condições de segurança adequadas.
A Avaaz realizará manifestações em frente ao prédio em que acontecerá o encontro dos acionistas e publicará anúncios publicitários na cidade do presidente da empresa, motivando-o a assinar o acordo. Assine e compartilhe a campanha agora -- temos poucas horas!
China se recusa a pagar por emissões de CO2 de aviões na Europa
A Comissão Europeia (CE) anunciou no sábado, 18 de maio, que oito empresas aéreas da China e duas da Índia correm o risco de receber multas de mais de US$ 3 milhões (cerca de R$ 6 milhões) por conta do não pagamento correspondente a suas emissões de gases que provocam o efeito estufa (GEE) dentro do bloco europeu.
O EcoD mostrou em dezembro de 2011 que todas as companhias aéreas, europeias ou estrangeiras, cujos voos têm partida ou chegada nos países do continente europeu, terão de pagar pela poluição atmosférica que produzem na Europa a partir de 1º de janeiro de 2012, segundo decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia (UE).
Ação humana coloca planeta em nova época geológica, dizem cientistas
A atividade humana transformou o planeta de forma tão permanente e vasta nos últimos dois séculos que a Terra entrou em uma nova época geológica, a Antropocena.
É o que defendem cientistas e geólogos que discutirão nesta semana o impacto da ação humana e da natureza sobre os sistemas hídricos globais, na conferência Water in the Anthropocene (Água no Antropoceno, em tradução livre), organizada pelo Global Water System Project (GWSP), em Bonn, na Alemanha.
Gás de xisto, um tema controverso
De umas semanas para cá, o assunto gás de xisto tem estado cada vez mais presente no noticiário. A nova “menina dos olhos” em termos energéticos no mundo, principalmente, nos Estados Unidos, país que desponta como um dos maiores exploradores e com um dos preços mais competitivos suscita debates e opiniões controversas.
A possibilidade técnica de se usar o gás de xisto já é conhecida há muito tempo, mas o custo de exploração só a tornou viável nos últimos anos. Com novas descobertas e melhorias tecnológicas, o gás de xisto ganhou espaço nas matrizes energéticas nos últimos cinco anos e já vem substituindo derivados do petróleo tanto na indústria quanto no transporte.
Agricultura moderna e urbanização levam à perda da biodiversidade do solo
Poucas coisas são mais vitais do que a saúde da terra. Nosso abastecimento alimentar começa lá. As plantas selvagens precisam de solo saudável para crescer bem. Os herbívoros, para que possam comer as folhas, sementes e frutos das plantas. Por fim, os predadores, para que possam comer os bichos que comem as plantas.
Um solo saudável evita doenças humanas e também contém a cura para outras enfermidades. A maioria dos antibióticos vem de lá. Os cientistas agora procuram na terra uma nova classe de remédios para enfrentar doenças resistentes a antibióticos.
Recomendado pela ONU, consumo de insetos na dieta já ocorre no Brasil
O consumo de insetos na alimentação humana, recomendado em um relatório publicado nesta semana pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), já existe em algumas espécies que são consumidas no Brasil.
A mais comum é a formiga tanajura, que é um alimento relativamente tradicional em áreas do interior de Minas Gerais e do Nordeste, em forma de farofa. Outro inseto conhecido é a larva do besouro Pachymerus nucleorum, que se instala dentro de frutos, e que por isso também é conhecida como “larva do coquinho”. Seu consumo faz parte de brincadeiras na zona rural e de treinamentos de sobrevivência na selva.
Corrida por mineração no fundo do mar gera polêmica
A ONU recém-publicou seu primeiro plano para o gerenciamento da extração dos chamados "nódulos" - pequenas rochas ricas em minerais - do fundo do mar.
Um estudo técnico promovido pela Autoridade Internacional do Leito Oceânico (ISA, na sigla em inglês), o órgão da ONU que controla a mineração nos oceanos, diz que as companhias interessadas podem pedir licenças a partir de 2016.





