Mabel mais verde
Embalagem ecológica da Mabel consolida visão do negócio sustentável, mostra alternativas práticas para as indústrias e conquista prêmio. 20% do lucro com a comercialização do novo produto é destinado às ações socioambientais realizadas pela Mabel.
A utilização da embalagem ecológica na nova linha de biscoitos cream cracker com fibras garantiu à Mabel o 1º lugar no Prêmio de Gestão Ambiental da FIEG 2009, na categoria Atividade Alimentícia. Mas esta é apenas uma das ações da companhia pela sustentabilidade, que faz parte do DNA da empresa. Os profissionais da área ambiental estão sempre em busca de inovações e soluções para alcançar melhores resultados no que diz respeito à preservação e ao bem-estar dos colaboradores. Para chegar aos resultados positivos, a participação da alta direção tem sido essencial, em apoio às ações sustentáveis A afirmação é de Desiree Carneiro de Oliveira, supervisora de meio ambiente.
Este trabalho focado no desenvolvimento sustentável é responsável por premiações e pela certificação 9001 e 14001. Em janeiro de 2010, a empresa passará pela segunda auditoria de manutenção dos certificados e está prevista para 2011 a auditoria de recertificação. Quando pleiteou o certificado, conseguiu alcançar as metas oito meses antes do previsto, graças ao empenho da companhia para fazer sempre o máximo quando o assunto é sustentabilidade.
O setor de gestão ambiental da Mabel tem estado sempre um passo à frente, inclusive das exigências da legislação. Por isto, quando foi feita a proposta de substituição das embalagens, apesar do custo do produto, a presidência apoiou a troca, sobretudo por entender a importância de investir na melhoria ambiental.
“A experiência mostra que a coleta seletiva não é só uma questão de educação, precisa de gestão eficiente”, considera Desiree. A supervisora salienta a importância do acompanhamento desde a separação até a disposição final dos resíduos no aterro de Aparecida. “Um colaborador acompanha o caminhão até o local. Desta forma, conseguimos evitar que materiais que ainda poderiam ser reaproveitados sejam depositados de forma incorreta. Com a gestão eficaz desde a implantação da coleta houve uma redução de 9 quilos por tonelada para 1,5 quilos de materiais.
Além disso, a empresa instalou hidrômetros nos poços artesianos para monitorar o uso da água. Na produção são observados indicadores de rendimento e eficiência. Desta forma, evita-se desperdício de matéria-prima e de embalagens. Mensalmente, todos os indicadores são avaliados.
Marcos Aurélio Pimentel Cândido, especialista em Engenharia Ambiental, afirma que não é possível ficar na mesmice quando o assunto é meio ambiente. “Estamos sempre preocupados em fazer o melhor”, comenta. Foi com este interesse e observação por parte de Desireé que a ETE instalada na indústria chegou à média de 92% de eficiência. A solução para alcançar este resultado positivo foi colocar o sistema anaeróbio, que rodava durante 8 horas diárias, para operar 24 horas. “Antes disso, mesmo com os investimentos, os resultados ainda não eram satisfatórios”, salienta.
Desiree e Marcos Aurélio concordam que a visão do presidente do grupo, Vicente Barros, tem sido importante aliada para os resultados positivos das ações da Mabel. Recursos para a área ambiental e gestão fazem parte do planejamento da empresa.




Os comentários às matérias e artigos aqui publicados não são de responsabilidade da Revista ecoLÓGICA, nem refletem a opinião da revista. Todos são moderados e os repetidos são deletados.
O endereço de IP de quem comenta fica registrado permanentemente em nosso servidor.
Muito obrigado por enriquecer nossas publicações com sua opinião.